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Carnaval de Pernambuco 2013 - FREVO



Neste primeiro programa, você vai conferir tudo sobre o ritmo que contagia, e atrai milhares de foliões para Pernambuco, o frevo! Apresentação: Lucas Adriel Imagens: Danielle Martins Produção: Nayara Karoline e Ingrid Larissa http://www.canalbrasilrs.com

domingo, 11 de janeiro de 2015

CARNAVAL: Camarote Parador Itaipava 2015 – Carnaval no Bairro do Recife


Camarote Parador Itaipava 2015 - Créditos: Divulgação

Recife/Olinda (PE) - Eleito o melhor DJ do mundo pela DJ Magazine por três vezes consecutivas, o DJ Tiësto foi confirmado como a atração principal do Camarote Parador Itaipava 2015 no Carnaval no Bairro do Recife (Cais do Porto).

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Além de Tiësto, o Camarote Parador Itaipava trará também grandes atrações nacionais para o Carnaval de Recife: O Rappa, Wesley Safadão, Nando Reis, Jota Quest, entre outras.

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Veja a programação Camarote Parador Itaipava 2015

Confira a programação de todos os dias do Camarote no Bairro do Recife. O evento começa a partir das 17h.

Atrações Parador Itaipava – 14/02/2015 – Sábado: Wesley Safadão, Patusco e Banda Leva.

Atrações Parador Itaipava – 15/02/2015 – Domingo: Jota Quest, Nando Reis e Só na Marosidade.

Atrações Parador Itaipava – 16/02/2015 – Segunda: O Rappa, Del Rey e Nena Queiroga.

Atrações Parador Itaipava – 17/02/2015 – Segunda: DJ Tiesto e Bruno V.

O Camarote segue o modelo Open Bar de Cerveja Itaipava.

Ingressos Camarote Parador Itaipava 2015:

Confira abaixo o valor dos ingressos para cada um dos dias do Camarote Parador Itaipava.

Ingresso individual Feminino: R$ 180,00

Ingresso individual Masculino: R$ 200,00

Compre com comodidade e segurança pelo site parceiro do Confira Mais.
Acesse: http://bit.ly/Parador-Itaipava-Ingressos-Recife. Atenção: certifique-se de adquirir seus ingressos através deste link para que possamos lhe ajudar, caso haja alguma dificuldade durante o processo de compra. Em caso de dúvida entre em contato pelos telefones do site parceiro ou conosco pelo e-mail contato@confiramais.com.br.

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FIQUE LIGADO. É importante comprar seus ingressos com a maior antecedência possível, pois todos os anos os ingressos já estão esgotados semanas antes do Carnaval, ou as vendas dos últimos lotes são feitas por valores bem superiores ao inicial.

Fonte: Carnaval Recife e Olinda 2015

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sábado, 3 de janeiro de 2015

CARNAVAL 2015: Conheça a origem do Carnaval


(Reprodução/Internet)
ORIGEM DO CARNAVAL

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Para se falar de Carnaval temos que dar um retrocesso no tempo. Aos dez mil anos antes da era Cristã, existia um costume semelhante aos dias atuais, onde homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis. Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Mas num ponto todos concordavam, as grandes festas, como o carnaval, estão associadas a fenômenos astronômicos e a ciclos naturais. O carnaval se caracteriza por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos carnavais foram ou são: os de Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.

O CARNAVAL NO BRASIL

(Reprodução/Internet)
O carnaval foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois às batalhas de confetes e serpentinas. No Brasil, o carnaval é festejado "tradicionalmente" no sábado, domingo, segunda e terça-feira anteriores aos quarentas dias que vão da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa. Na Bahia, é comemorado também na quinta-feira da terceira semana da Quaresma, mudando de nome para Micareta. Esta festa deu origem a várias outras em estados do Nordeste, todas com características baianas, com a presença indispensável dos Trios Elétricos e são realizadas no decorrer do ano; em Fortaleza realiza-se o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, a Micaroa; em Campina Grande, a Micarande; em Maceió, o Carnaval Fest; em Caruaru, o Micarú; no Recife, o Recifolia, já extinto.

O CARNAVAL NO RECIFE

La Ursa - (Reprodução/Internet)
Século XVII - De acordo com as antigas tradições, mais ou menos em fins do século XVII, existiam as Companhias de Carregadores de Açúcar e as Companhias de Carregadores de Mercadorias. Essas companhias geralmente se reuniam para estabelecer acordo no modo de realizar alguns festejos, principalmente para a Festa de Reis. Esta massa de trabalhadores era constituída, em sua maioria, de pessoas da raça negra, livres ou escravos, que suspendiam suas tarefas a partir do dia anterior à festa de Reis. Reuniam-se cedo, formando cortejos que consistia de caixões de madeira carregados pelo grupo festejante e, sentado sobre ele uma pessoa conduzindo uma bandeira. Caminhavam improvisando cantigas em ritmo de marcha, e os foguetes eram ouvidos em grande parte da cidade.

Maracatus de Baque Virado
(Reprodução/Internet)
Século XVIII - Os Maracatus de Baque Virado ou Maracatus de Nação Africana, surgiram particularmente a partir do século XVIII. Melo Morais Filho, escritor do século passado, no seu livro Festas e Tradições Populares, descreve uma Coroação de um Rei Negro, em 1742. Pereira da Costa, à página 215 do seu livro, Folk-lore Pernambucano, transcreve um documento relativo à coroação do primeiro Rei do Congo, realizada na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, da Paróquia da Boa Vista, na cidade do Recife. Os primeiros registros destas cerimônias de coroação, datam da segunda metade deste século nos adros das igrejas do Recife, Olinda, Igarassu e Itamaracá, no estado e Pernambuco, promovidas pelas irmandades de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e de São Benedito.

Clube Toureiros de Santo Antônio
(Reprodução/Internet)
Século XIX - Depois da abolição da escravatura, em 1888, os patrões e autoridades da época permitiram que surgissem as primeiras agremiações carnavalescas, formadas por operários urbanos nos antigos bairros comerciais. Supõe-se que as festas dos Reis Magos serviram de inspiração para a animação do carnaval recifense. De acordo com informações de pessoas antigas que participaram desses carnavais, possivelmente o primeiro clube que apareceu foi o dos Caiadores. Sua sede ficava na Rua do Bom Jesus e foi fundador, entre outros, um português de nome Antônio Valente. Na terça-feira de carnaval à tarde o clube comparecia à Matriz de São José, tocando uma marcha carnavalesca e os sócios levando nas mãos baldes, latas de tinta, escadinhas e varas com pincéis, subiam os degraus da igreja e caiavam (pintavam), simbolicamente. Outros Clubes existiam no bairro do Recife: Xaxadores, Canequinhas Japonesas, Marujos do Ocidente e Toureiros de Santo Antônio (foto).

Há 96 anos, era inaugurada a sede
do Clube Internacional do Recife
na Rua da Aurora.
(Reprodução/Blog Fernando Machado)
Século XX - O carnaval do Recife era composto de diversas sociedades carnavalescas e recreativas, entre todas se destacava o Clube Internacional, chamado clube dos ricos, tinha sua sede na Rua da Aurora, no Palácio das Águias. A Tuna Portuguesa, hoje Clube Português, tinha sua sede na Rua do Imperador. A Charanga do Recife, sociedade musical e recreativa, com sede na Avenida Marquês de Olinda e a Recreativa Juventude, agremiação que reunia em seus salões a mocidade do bairro de São José. O carnaval do início deste século era realizado nas ruas da Concórdia, Imperatriz e Nova, onde desfilavam papangus e máscaras de fronhas (fronhas rendadas enfiadas na cabeça e saias da cintura para baixo e outra por sobre os ombros), esses mascarados sempre se apresentavam em grupos. Nesses tempos, o Recife não conhecia eletricidade, a iluminação pública eram lampiões queimando gás carbônico. Os transportes nos dias de carnaval vinham superlotados dos subúrbios para a cidade. As linhas eram feitas pelos trens da Great Western e Trilhos Urbanos do Recife, chamados maxambombas, que traziam os foliões da Várzea, Dois Irmãos, Arraial, Beberibe e Olinda. A Companhia de Ferro Carril, com bondes puxados a burros, trazia foliões de Afogados, Madalena e Encruzilhada. Os clubes que se apresentaram entre 1904 e 1912 foram os seguintes: Cavalheiros de Satanás, Caras Duras, Filhos da Candinha e U.P.M.; este último criado como pilhéria aos homens que não tinham mais virilidade.

O Corso - (Reprodução/Fundaj
O Corso - Percorria o seguinte itinerário: Praça da Faculdade de Direito, saindo pela Rua do Hospício, seguindo pela Rua da Imperatriz, Rua Nova, Rua do Imperador, Princesa Isabel e parando, finalmente na Praça da Faculdade. O corso era composto de carros puxados a cavalo como: cabriolé, aranha, charrete e outros. A brincadeira no corso era confete e serpentina, água com limão e bisnagas com água perfumada. Também havia caminhões e carroças puxadas a cavalo e bem ornamentadas, rapazes e moças tocavam e cantavam marchas da época dando alegre musicalidade ao evento. Fanfarras contratadas pelas famílias, desfilavam em lindos carros alegóricos.

Fonte: Fundação Joaquim Nabuco, direitos Reservados à autora Claudia M. de Assis Rocha Lima

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Belezas do Carnaval de Pernambuco: Papangus de Bezerros

(Reprodução/O Nordeste)
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Os papangus da cidade de Bezerros, do Agreste Central, distante 107 km do Recife são personagens engraçados que enriquecem o Carnaval pernambucano. Mascarados e com roupas que cobrem todo o corpo, eles saem pelas ruas da cidade sem serem reconhecidos, fazendo brincadeiras e animando a festa de momo. O domingo de Carnaval é o ponto alto da festa onde os papangus se encontram, dando um colorido às ruas de Bezerros.

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Segundo o professor Ronaldo J. Souto Maior, fundador do Instituto de Estudos Históricos, Arte e Folclore dos Bezerros e pesquisador, os primeiros papangus de Bezerros surgiram em 1881 e nasceram de uma brincadeira de familiares dos senhores de engenhos, que saíam mascarados, mal vestidos, para visitar amigos nas festas de entrudo – antigo carnaval do século 19 –, e comiam angu, comida típica do Nordeste (Agreste) pernambucano. Por isso, as crianças passaram a chamar os mascarados de papa-angu”. Para Leonardo Dantas Silva, historiador e estudioso do carnaval pernambucano, o papangu era um mascarado doméstico, que não tinha máscara especial e podia sair até com fronhas na cabeça.

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Atualmente, a máscara do papangu passou a ser confeccionada por artesãos da cidade e chega a servir de objeto de decoração. Ela é normalmente confeccionada com papel maché. Os papangus  se vestem com túnicas compridas, escondendo todo o corpo, e luvas, com o objetivo de não serem reconhecidos pelos foliões. Antes da folia, alguns papangus mantém a tradição e costumam comer angu feito pelos moradores da cidade.

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Fonte: G1 PE

CARNAVAL 2015: Dicas de segurança para o folião

  • Ande sempre com um documento de identificação com foto
  • Não leve para casa ou hotel uma pessoa que você não conheça
  •  Não aceite qualquer tipo de comida ou bebida de desconhecidos: pode haver drogas sedativas ou conteúdos nocivos à sua saúde
  • Evite andar com jóias, celular, máquina fotográfica e outros objetos de valor
  • Jamais reaja a um assalto
  • Se estiver com criança, nunca a deixe sozinha
  • Evite estacionar e andar em locais desertos e não deixe objetos à vista dentro do carro.
  • Evite sacar dinheiro à noite ou em locais desertos
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Fonte: Secretaria de Defesa Social


CARNAVAL 2015: Conheça a história do Carnaval do Rio de Janeiro

(Reprodução/Internet)
por Rio Carnival

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As raízes do Carnaval remontam a antigos romanos e os gregos que celebravam os ritos da primavera. Em toda a Europa, incluindo França, Espanha e Portugal, as pessoas anualmente davam graças em festas, usando máscaras e dançando nas ruas. Tais tradições foram levadas para o Novo Mundo.

Os portugueses foram os primeiros a trazer o conceito de "festa ou carnaval” ao Rio por volta de 1850. A prática de realizar bailes e festas à fantasia foi importada pela burguesia da cidade de Paris. No entanto, no Brasil, as tradições logo se tornaram diferentes. Com o tempo, elas adquiriram elementos únicos decorrentes dos africanos e culturas ameríndias.

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Grupos de pessoas costumavam desfilar pelas ruas tocando música e dançando. Era normal que os aristocratas durante o Carnaval se vestissem como pessoas comuns, os homens vestidos de mulheres, e os pobres vestirem-se como príncipes e princesas - papéis sociais e diferenças de classe eram esquecidos, uma vez por ano, mas somente para a duração do festival.

(Reprodução/Internet)
O Povo costumava tumultuar o Carnaval, até que o mesmo foi aceito pelo governo como uma expressão da cultura. Os escravos negros se tornaram ativamente envolvidos nas comemorações. Eles foram capazes de ser livres por três dias. Hoje em dia as favelas (majoritariamente comunidades negras ainda são a maioria dos grupos envolvidos em todos os preparativos do carnaval e são aquelas para os quais o Carnaval do Rio tem mais significado).

Por volta do  final do século XVIII as festividades foram enriquecidas por competições. As pessoas não apenas se vestiam com fantasias, mas também realizavam um desfile acompanhados por uma orquestra de cordas, tambores e outros instrumentos. Estas competições tornaram-se cada vez mais organizadas, tornando-se as principais atrações do Carnaval no Rio de Janeiro.

(Reprodução/Internet)

Até o início do século XX o carnaval de rua no Rio de Janeiro era musicalmente um tema muito euro-centrado - Polkas, valsas, mazurcas e 'escocês'. Enquanto isso, a classe operária emergente (composta principalmente de afro-brasileiros, juntamente com alguns ciganos, judeus russos, poloneses, etc.) desenvolveram a sua própria música e ritmo. Essas pessoas viviam principalmente na parte central do Rio, em uma terra que os ricos não queriam - sobre as colinas e pântanos atrás dos estaleiros - uma área que veio a ser conhecida como "Pequena África", agora reconhecida como o berço do samba.

Os desfiles foram interrompidos durante a II Guerra Mundial e começaram de novo em 1947. Até então, a principal competição teve lugar no centro, na  Avenida Rio Branco.

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O Carnaval teve um longo caminho desde que foi trazido para o Rio, tendo se tornado um dos maiores eventos do mundo. Um dos mais recentes desenvolvimentos importantes foi que o maior desfile de samba do mundo foi levado para uma área especialmente construída para este fim, o Sambódromo!

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CARNAVAL 2015: Dicas para economizar no Carnaval


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CARNAVAL 2015 - O carnaval é uma das festas mais aguardadas do Brasil e muitos não querem perder a folia. As opções para quem quer se divertir  são muitas: desfiles, blocos, bailes e trios elétricos animam várias cidades do Brasil. O problema é que com os gastos de início de ano, como IPVA, IPTU, despesas escolares e viagem de férias, muita gente vai começar fevereiro com o orçamento apertado. Dessa forma, fica um pouco mais difícil aproveitar as festas, principalmente se não houve planejamento.

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Dicas para quem quer curtir as festas de momo sem gastar muito.

Viajar no Carnaval

Sempre que o assunto é viagem, o mais indicado é um planejamento prévio. Se pensado com antecedência, o passeio custa muito menos. Mas quem decidiu viajar de última hora também pode fazer economia. É importante lembrar que passagens, hospedagem e até mesmo alimentação ficam muito mais caras em ocasiões especiais, como o carnaval. Por isso, a dica é pechinchar e procurar preços menores. O aluguel de uma casa, dividido entre várias pessoas, costuma sair mais em conta que as diárias de um hotel. Os mais aventureiros também podem optar pelas áreas de camping, que são mais baratas.

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Gastos com Alimentação

Levar um lanche de casa é sempre mais barato que comer na rua. Também vale a pena fazer compras em um supermercado ao invés de fazer as refeições em um restaurante, por exemplo. Quem optar pela praia ou outros locais mais movimentados deve procurar restaurantes e lanchonetes com preço mais em conta. Um estabelecimento mais afastado da praia certamente oferece preços mais atrativos que o quiosque na beira do mar. Se o orçamento está apertado, também é importante evitar gastos desnecessários.

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Cuidado com as Dívidas

Em ocasiões festivas, o cartão de crédito e o cheque especial ficam ainda mais tentadores. No caso do cartão de crédito, é importante ter em mente que os gastos serão cobrados no próximo mês. Por isso, é essencial não comprometer grande parte de sua renda mensal com a fatura do cartão. O cheque especial é ainda mais perigoso, pois há cobrança de juros sempre que for utilizado, principalmente agora que os juros estão nas alturas. O ideal é recorrer ao limite de crédito da conta apenas em situações de emergência, quando não houver outra alternativa.

Fonte: Cartão e crédito

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CARNAVAL 2015: Carnaval passa, histórias ficam


Imagem: Reprodução/Internet
CARNAVAL 2015 - Diabo loiro - Você já deve ter ouvido por esses carnavais o refrão “Um diabo loiro faiscou na minha frente, com cara de gente, bonita demais”. O refrão dessa música foi composta pelo pernambucano J. Michiles, gravada cinco anos depois por Alceu Valença, virando hit em vários carnavais.

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Davanira – O carnaval sempre tem suas musas, mas a pernambucana Davanira foi a mais cultuada e ganhou a mídia rapidamente. Há cerca de 20 anos, a Casas José Araújo, colocava no ar sua propaganda, com um jingle muito divertido criado pelo publicitário Carol Fernandes. A peça publicitária focava uma moça (uma garota de 13 anos, chamada Veruska) debruçada na sacada da janela, assistindo a um bloco de admiradores cantando-lhes um frevo: “Davanira é ela”. A canção foi reproduzida pelas orquestras e foi sucesso no carnaval de 1992.

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Galo da Madrugada – Em 24 de janeiro de 1978, surgia no Recife o Clube de Máscaras Galo da Madrugada, criado da união de um grupo de amigos e famílias do bairro de São José, comandado pelo saudoso Enéas Freire, com um propósito de fazer renascer o tradicional e descontraído carnaval de Rua do Recife, que na época era ameaçado pelos clubes e passarelas. No mesmo ano de fundação, o Galo sai nas ruas do Recife no dia 04 de fevereiro de 1978, com 75 pessoas nas ruas fantasiadas de “almas penadas” (a primeira fantasia do clube), acompanhados por uma orquestra de frevo composta de 22 músicos. No ano de 1979, o bloco saiu às ruas com cerca de 350 pessoas. Hoje, o Galo da Madrugada é um fenômeno, perdendo apenas para o Cordão do Bola Preta (Rio de Janeiro) que saiu com dois milhões e meio de pessoas, contra dois milhões do Galo. Fonte: Site do Galo da Madrugada

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